domingo, junho 17, 2007

Past continuous


A nossa vida resume se ao nosso passado. Pelo menos eu acho assim. É pelos nossos erros no passado que aprendemos a fazer as coisas certas no futuro. Para mim o presente é uma continuação do passado.

Mas, como uma pessoa muito especial me diz, o passado ás vezes está melhor lá atrás. Eu concordo, mas só até certo ponto.

Do passado gosto de recordar as coisas boas, o primeiro namorado, a melhor amiga de infância, os anos de escola, as brincadeiras da infância, o ultimo namorado, as conversas com a melhor amiga…

Das coisas más, como referi no post anterior, gosto de recordar os erros que cometi e as coisas más que fizeram comigo. É uma forma de me lembrar e me proteger.

Mas há coisas que realmente têm de ficar no passado, que não vale a pena sofrer nem falar delas. Há que seguir em frente, ser feliz com outras pessoas, visitar outros sítios, amar outros amores, mudar de emprego, estudar, viajar, mudar de vida.
É um conselho para os amigos do presente e uma explicação para as pessoas do passado.

Boa continuação de passado para todos.

segunda-feira, maio 28, 2007

Bad mood @£#%&=*#+@%#



Tudo se resume a passado, presente e o desejo/receio do futuro.

Tentar esquecer os maus amigos, as feridas que eles abriram e ainda tentam meter lá o dedo de vez em quando para me doer mais. Tentar esquecer os fantasmas que andam sempre a minha volta. Os meus demónios pessoais. Aqueles que me deitaram a baixo, e que eu prometi a mim mesma que nunca mais me fariam mal...mas que tenho medo de me deixar levar.

A desmotivação no presente. O medo de perder as coisas que me são mais preciosas. O medo de que uma delas me queira perder. O medo de não conseguir sair do ócio a tempo. O medo de falhar e ferir orgulhos de quem tem os olhos postos em mim.

O desejo do futuro grande que ambiciono, o conforto, os sonhos de menina mulher, as asas de passarinho...o medo que nenhum deles se concretize.

Por causa de isto tudo se deve uma grande depressão que só divido comigo e agora com os poucos leitores deste blog, que sei que ficam preocupados, mas sei que tambem não vão dar muita importancia, porque como eles eu sou uma guerreira, e não me deixo cair em mãos de inimigos.

Estado temporário de mau humor, de sombras, que passa, nem que seja com um balde de chocolates.

Até lá...Don't get to close.

quarta-feira, maio 02, 2007

Quando estamos chateados e pensamos que ninguém nota mas as nossas narinas ou o bater do pé nervoso nos denunciam…


A extrema preocupação com alguém…


O desejar passar as tardes no sofá no maior dos ócios e não apetecer levantar nem para beber água...


Querer fazer todas as vontades, cozinhar, fazer sorrir, amar…


Ter saudades de alguém que está apenas a 5 metros de distância…


Embriagar-se num beijo suave e doce…


Procurar inspiração para escrever na pessoa que se ama, naqueles momentos em que ela se encontra concentrada em qualquer coisa, e parece-nos a coisa mais serena, mas pura, mais tudo…


E nesse momento tira-se uma fotografia, dá-se-lhe um beijo e ganha-se inspiração não só para escrever um texto mas também para dizer, Amo-te!

domingo, abril 22, 2007

Fly me to the moon!


... in other words ???

I love ... you!!

"Simples e directa!" A música do Sinatra para uma noite de luar!!!

sábado, abril 14, 2007

Meia Culpa


Está perdida.

Perdida em ti, perdida em mim.

Nos sentimentos, atitudes e acções.

Dias, noites e madrugadas.

É o ócio. O que é que há-de fazer?!

Sente culpa.

Não.

Sente meia culpa. Metade gosta, a outra quer subir e prosperar.

Mas não está de todo motivada, ninguem lhe pede para ser feliz, para futuramente ser feliz, ninguem pensa num futuro feliz com ela. Ninguem quer partilhar. Ninguém quer fazer parte dela.


E agora?! o que faz?


Espera?? Não...electrifica-se. Mas não sai do seu sitio, para depois de passar pela provação...provar.



quarta-feira, abril 04, 2007

Would you?!


"If I lay here

If I just lay here

Would you lie with me and just forget the world?

Forget what we're told Before we get too old

Show me a garden that's bursting into life"

segunda-feira, abril 02, 2007

História



“Era uma vez uma menina pequeninita, muito gira e fofinha, que vivia numa terra longínqua, pah muito longe mesmo, tipo fim do mundo, sem rede de telemóvel ate... Chamada: CADABAL. Essa menininha pah tou aqui um pouco bloqueado…essa menininha era muito sorridente andava frequentemente no seu infernal chaço SAXO derruba postes e perde gasolina, aos saltinhos pela estrada fora . Num certo dia daqueles tipo Faroeste onde só se vê areia e planícies longínquas tipo deserto vem um monstro gigante assim tipo muito grande um pouco maior que um anão e mais pequeno que o mini e disse e passo a citar:" Pah sabes para que lado e que e o CADABAL?" A menininha chateada com a situação saltitou e disse e passo a citar:" É CADAVAL PAH…DEVES SER DO NORTE?" E o monstro disse e passo a citar:" Por acaso não" e foi embora. FIM”

A moral desta história não é que não se deve falar com estranhos ou que se deve dar indicações aos viajantes solitários, mas sim, para demonstrar que quando se tem insónias, quando se ta triste, de mau humor, deprimida, ou outra coisa qualquer, temos sempre o apoio incondicional de alguém que está sempre ao nosso lado para qualquer eventualidade, mesmo que seja para nos contar uma história quando não conseguimos dormir.
Obrigado , meu contador de histórias.

domingo, abril 01, 2007

Mentira


"A mentira é tão frequentemente utilizada que o seu sentido ultimamente parece tender a ser banalizado. Segundo as estatísticas (citadas por Roque Theophilo), mentimos cerca de 200 vezes por dia e em média uma vez por cada 5 minutos."


Diz-me tu cruel medo derrotado pela espada fria. Sou cobarde? Sabeis o que é cobardia? Receio sentido, medo medonho, pesadelo vivido não pode ser sonho. Coragem perdida numa rua esquecida, perde-se tempo que devia ser vida. Solta-se a língua e diz-se de tudo, esquece-se a honra e finge-se muda. Palavras que soam, ecoam e voam, caiem-me aos pés sem que me doam, solto o sorriso de dor remendada para que acreditem que estou bem. Pobres criaturas de mantos sombrios, pesa-lhe a vida que corrói as entranhas, alimentam fastios escalando montanhas. Observo do alto onde jamais chegarão, perdem amigos, inventam logro e vendem a alma por meio tostão. Desprezo eu sinto do olhar afiado que nutre a mentira, odeia a verdade esquecendo que o tempo é o melhor aliado.


Porque é que te calas?

Porque é que omites?

Porque é que mentes?...


...Em todos os dias do ano e não só neste?


Happy April fool's Day.